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Eficiência Energética em Usinas de Cimento | AGICO
Escrito por: Agico Group Brasil

Eficiência Energética em Usinas de Cimento | AGICO 

A calcinação do clínquer representa cerca de 70% do consumo térmico total de uma planta, o que torna a eficiência energética em usinas de cimento o principal indicador de viabilidade financeira da operação e é isso que você deve mirar para o seu negócio.

Para você que é investidor, o tópico é ainda mais interessante quando a modernização da linha de produção pode ser uma estratégia para reduzir o custo por tonelada produzida.

A AGICO Cimento aplica engenharia de upgrade de sistemas para converter plantas obsoletas em unidades de alta performance e é sobre isso que vamos aprofundar agora. 

Tecnologias que definem a margem de lucro

Na prática, três atualizações tecnológicas separam a sua usina de começar a lucrar de usinas obsoletas e amadoras.

1. Recuperação térmica em torres de pré-aquecimento

O desperdício energético em plantas obsoletas ocorre pela exaustão de gases em temperaturas elevadas, os maquinários de 4 estágios permitem a fuga de gases a 380°C, desperdiçando calor que deveria ser reintegrado ao processo.

  • Solução técnica: a instalação de torres de 6 estágios amplia a superfície de troca térmica, reduzindo a temperatura de saída dos gases para 240°C.

  • Impacto: esta alteração economiza 4 kg de carvão padrão por cada tonelada de clínquer produzida, reduzindo o custo térmico direto.

2. Expansão do volume de pré-calcinação

O dimensionamento inadequado do pré-calcinador força a entrada de matéria-prima no forno rotativo sem a decomposição química completa.

  • Solução técnica: o aumento do diâmetro e do tempo de residência no pré-calcinador garante que a farinha crua atinja mais de 98% de calcinação antes da zona de queima.

  • Impacto: a estabilização da reação química impede picos de temperatura no forno e reduz as emissões de monóxido de carbono (CO) para níveis inferiores a 400 ppm.

3. Aerodinâmica e ventilação de fluxo axial

O uso de amortecedores mecânicos para controle de vazão em ventiladores centrífugos antigos gera perda de carga e consumo excessivo de eletricidade.

  • Solução técnica: a substituição por ventiladores de fluxo axial com variadores de frequência, combinada ao redesenho da geometria interna dos dutos, elimina a resistência ao ar, esse ajuste fino foca na eficiência energética da fábrica de cimento.

  • Impacto: a otimização do fluxo reduz o consumo elétrico da moagem e exaustão para menos de 48 kWh por tonelada, diminuindo a fatura de energia da unidade.

A engenharia da AGICO na otimização sistêmica

É preciso integrar o sistema inteiro quando o assunto é atualizar a engenharia do ecossistema e a AGICO atua como parceira de projetos completos (EPC) para resolver as deficiências sistêmicas da planta. 

Conseguimos reduzir os custos de energia aliando tecnologias robustas a sistemas de gerenciamento de dados de alta precisão. 

Conseguimos viabilizar uma redução no consumo da energia dentro da fábrica de cimento expressiva aliando tecnologias robustas a sistemas de gerenciamento de dados de alta precisão.

O controle inteligente da planta é conduzido pela automação SCADA integrada à plataforma de big data da Yuanxin Data Communication Technology

Essa tecnologia utiliza algoritmos PID para ajustar a temperatura do forno rotativo em tempo real, estabilizando a queima e prevenindo falhas térmicas que geram tempo de inatividade da usina.

O sucesso de uma modernização também depende do "casamento" exato das máquinas (matching), aumentar o diâmetro de um forno rotativo de acordo com especificações dobra a sua capacidade produtiva, mas a engenharia da AGICO garante que os equipamentos auxiliares acompanhem esse volume.

Sustentabilidade como estratégia financeira

A busca por uma energia na fábrica de cimento sustentável é, na verdade, a principal ferramenta de recuperação financeira da fábrica. 

A busca por uma energia sustentável dentro da fábrica de cimento é, na verdade, a principal ferramenta de recuperação financeira da fábrica. Hoje, o segmento é o terceiro maior consumidor de energia industrial e o segundo maior emissor de CO²  industrial do planeta.

A solução para recuperar esse capital é o sistema de geração de energia por calor residual (waste heat power generation) que é quando a tecnologia captura os gases de exaustão de baixa temperatura recuperando o calor acima de 200°C na caldeira para gerar eletricidade sem consumir combustível extra. 

Qual o próximo passo para a sua planta?

A sua usina sofre com maquinário envelhecido e faturas insustentáveis de consumo energético? 

Fale diretamente com a equipe técnica da AGICO Cimento, já que realizamos projetos turnkey (chave na mão) para a modernização das suas linhas resultando na redução do consumo de energia na fábrica de cimento, expansão de capacidade e construção de Usinas de Cimento Verde do zero, sempre com suporte de engenharia e fornecimento garantido de peças sobressalentes.

Venha para o lado verde, modernize o seu negócio e fature alinhado com as normas. 

FAQ

1. A AGICO possui infraestrutura própria para a fabricação dos componentes de grande porte?

A empresa opera um parque industrial com capacidade anual de 30.000 toneladas de equipamentos e 20.000 toneladas de peças fundidas. A posse de fundição e tornos verticais próprios elimina a necessidade de subcontratação e assegura o controle de qualidade desde a origem do metal até a usinagem final.

2. Qual é a experiência da fabricante em projetos internacionais de larga escala?

O portfólio da AGICO registra a entrega bem-sucedida de mais de 100 plantas de cimento completas ao redor do mundo em regime EPC. A organização atende mercados na América do Sul, África e Ásia, adaptando o design da infraestrutura conforme as normas técnicas e geográficas de cada região.

3. Como a empresa garante o suporte técnico para substituição de peças no Brasil?

A AGICO mantém o fornecimento direto de componentes de desgaste como anéis de forno e revestimentos de moinhos sem a utilização de atravessadores. O cliente envia as especificações técnicas e a fábrica despacha as peças usinadas com certificação ISO, garantindo compatibilidade mecânica com o maquinário instalado.

4. O modelo de negócio Turnkey da AGICO protege o investidor contra quais riscos?

O contrato de "chave na mão" centraliza a responsabilidade do projeto, fabricação e instalação em um único fornecedor global. Esse formato impede lacunas de comunicação entre projetistas e montadores, fixando prazos de entrega e garantindo que a performance final da planta atinja as metas de produtividade contratadas.

5. Quais certificações internacionais validam a qualidade dos equipamentos exportados?

Todo o maquinário produzido e instalado pela empresa cumpre os requisitos das certificações ISO 9001 e da marcação europeia CE. O atendimento a esses padrões assegura que as unidades de moagem e calcinação operem dentro dos limites rigorosos de segurança ocupacional e proteção ambiental exigidos pelo mercado.

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